Fim de semana à porta com a peregrinação diocesana a Fátima. Na agenda temos para amanhã uma ida a Fátima onde os Laços Azuis em conjunto com o 10º ano de catequese irão participar, à semelhança do passado ano. Esperamos ter um fim de semana proveitoso de oração comunitária. Depois trago pormenores.
Bom fim de semana e não se esqueçam de elevar o vosso coração ao alto em toda a parte !


Na vida temos que ter atitude.
O João era o tipo de homem que qualquer pessoa gostaria de conhecer.
Estava sempre de bom humor e tinha sempre qualquer coisa de positivo para dizer.
Se alguém lhe perguntasse como estava, a resposta seria logo:
- Cada dia melhor ... !!!
Era um gerente especial, os empregados seguiam-no de restaurante em restaurante, só por causa da sua atitude. Era um motivador nato: se um colaborador tinha um mau dia, o João dizia-lhe sempre para ver o lado positivo da situação.
Fiquei tão curioso com o seu estilo de vida. que um dia perguntei-lhe:
- João, como podes ser uma pessoa tão positiva o tempo todo? Como é que consegues isso?
Respondeu-me:
- Cada manhã, ao acordar, digo para mim mesmo: "João, hoje tens duas escolhas, podes ficar de bom humor ou de mau humor, e escolho ficar de bom humor." Cada vez que algo de mau acontece, posso escolher fazer-me de vítima ou aprender alguma coisa com o ocorrido: escolho aprender algo. Sempre que alguém reclama, posso escolher aceitar a reclamação ou mostrar o lado positivo da vida.
_ Certo, mas não é fácil - argumentei.
_ É fácil, disse-me o João. A vida é feita de escolhas. Quando examinas as coisas a fundo, há sempre uma escolha. E cabe-te escolher como reagir às situações: escolhes como as pessoas afectarão o teu humor. É tua a escolha de como viver a tua vida.
Nunca mais me esqueci do que o João me disse, e lembrava-me sempre dele quando fazia uma escolha.
Anos mais tarde soube que o João cometera um erro, deixando pela manhã a porta de serviço aberta, e foi surpreendido por assaltantes.
Dominado, enquanto tentava abrir o cofre, a mão, tremendo com o nervosismo, desfez a combinação do segredo. Os ladrões entraram em pânico, dispararam e atingiram-no.
Por sorte, foi encontrado a tempo de ser socorrido e levado para um hospital.
Depois de 18 horas de cirurgia e semanas de tratamento intensivo, teve alta, ainda com fragmentos de balas alojadas no corpo.
Encontrei-o mais ou menos por acaso passado um tempo, e quando lhe perguntei como estava, logo me respondeu com o seu habitual ar bem disposto:
- Óptimo, se melhorar estraga!
Contou-me o que tinha acontecido, e perguntou se queria ver as suas cicatrizes.
Recusei-me a ver os seus ferimentos, mas perguntei-lhe o que lhe tinha passado pela cabeça na ocasião do assalto.
- A primeira coisa que pensei foi que devia ter trancado a porta das traseiras. Respondeu:
- Então, deitado no chão, ensanguentado, lembrei-me que tinha duas escolhas: poderia viver ou morrer. Escolhi viver!!
- Não tiveste medo? _ perguntei:
- Olha, os paramédicos foram óptimos, diziam-me que tudo ia dar certo e que eu ia ficar bom. Mas quando cheguei à sala de emergência e vi a expressão dos médicos e enfermeiras, fiquei apavorado: nas expressões deles eu lia claramente: Esse aí já era...
- Decidi que tinha de fazer algo.
- E o que fizeste?? perguntei:
- Bem, havia uma enfermeira que fazia muitas perguntas. Perguntou-me se eu era alérgico a alguma coisa. Eu respondi que sim. Todos pararam para ouvir a minha resposta. Tomei fôlego e gritei: "Sou alérgico a balas!!" Entre a risota geral, disse-lhes: "Eu escolho viver, operem-me como um ser vivo, não como um morto!!"
O João sobreviveu graças à persistência dos médicos, mas, também graças à sua atitude.
Aprendi que todos os dias temos a opção de viver plenamente e tomar decisões, pois serão essas atitudes que trarão benefícios agora e para a eternidade.
Afinal de contas ...
... A ATITUDE É TUDO ...
Aqui ficam alguns significados:
Saudade, é quando o momento tenta fugir da lembrança para acontecer de novo e não consegue.

Lembrança, é quando, mesmo sem autorização, seu pensamento reapresenta um capítulo.

Preocupação, é uma cola que não deixa o que ainda não aconteceu sair de seu pensamento.

Indecisão, é quando você sabe muito bem o que quer,mas acha que devia querer outra coisa.

Intuição, é quando seu coração dá um pulinho no futuro e volta rápido.

Pressentimento, é quando passa em você um trailer de um filme que pode ser que nem exista.

Vergonha, é um pano preto que você quer para se cobrir naquela hora.

Ansiedade, é quando sempre faltam muitos minutos para o que quer que seja.

Interesse, é um ponto de exclamação ou de interrogação no final do sentimento.

Sentimento, é a língua que o coração usa quando precisa mandar algum recado.

Raiva, é quando o cachorro que mora em você mostra os dentes.

Tristeza, é uma mão gigante que aperta seu coração.

Felicidade, é um agora que não tem pressa nenhuma.

Lucidez, é um acesso de loucura ao contrário.

Razão, é quando o cuidado aproveita que a emoção está dormindo e assume o mandato.

Amizade, é quando você não faz questão de si mesmo e se empresta para os outros.

Recebido por EMail

Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio. Os porcos espinhos, percebendo esta situação, resolveram juntar-se em grupos, assim agasalhariam-se e protegeriam-se mutuamente. Mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que forneciam calor. E, por isso, eles tornaram a afastar-se uns dos outros, voltando assim a morrer congelados.
Precisavam fazer uma escolha urgentemente. Desapareceriam também da face da terra morrendo todos congelados, ou aceitavam os espinhos de seus semelhantes?
Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos. Aprenderam assim a conviver com as pequenas feridas que uma relação muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor um do outro.
Sobreviveram..... A melhor equipe não é aquela que reúne membros perfeitos, mas aquela onde cada um aceita os defeitos do outro e consegue perdão pelos próprios defeitos. "Aqueles que nos são mais próximos são os que mais machucamos."
Às vezes perguntamo-nos: "O que eu fiz para merecer isto?"
ou...

"Por que Deus tinha que fazer isso comigo?"

Aqui vai uma belíssima explicação.
A filha dizia à Mãe como tudo ia mal. Ela não se saíra bem na prova de Matemática,

...O namorado resolveu terminar com ela e a sua melhor amiga estava de mudança para outra cidade.

Em horas de amargura, a mãe sabia que poderia agradar a filha preparando-lhe um bolo. Naquele momento não foi diferente. Abraçou a filha e levou-a à cozinha, conseguindo arrancar da jovem um sorriso sincero.

Logo que a mãe separou os utensílios e ingredientes que usaria colocou-os na mesa, e perguntou à filha:
- Querida, queres um pedaço de bolo?
- Mas já, mãe? É claro que quero. Seus bolos são deliciosos...
- Então está bem, respondeu a mãe. Toma um pouco deste óleo de cozinha! Assustada, a jovem respondeu:- Credo, mãe!

Que tal então comer uns ovos crus, filha? - Que nojo, Mãe!

- Quer então um pouquinho de Farinha de Trigo ou Bicarbonato de Sódio? - Mãe, isso não presta!

A Mãe então respondeu: - É verdade, todas essas coisas parecem más sozinhas, mas quando as colocamos juntas, na medida certa...

...Elas fazem um bolo delicioso!

Deus trabalha da mesma forma. Às vezes perguntamo-nos por que é que Ele quis que passássemos por momentos difíceis, mas Deus sabe que quando Ele põe todas essas coisas na ordem exacta, elas sempre nos farão bem. Só precisamos apenas de confiar n'Ele e todas essas coisas más se tornarão algo fantástico!

Deus é louco por ti. Ele manda-te flores em todas as Primaveras...

...O nascer o Sol todas as manhãs...

... E sempre que quiseres conversar, Ele vai ouvir-te!

Ele pode viver em qualquer lugar do universo, e Ele escolheu o teu coração!

Aqui fica este "pedaço de bolo“ para todos vós! Texto de Silvano Allodi

Bom fim de semana!

A venda da pílula do dia seguinte continua a subir, em Portugal, desde 2001, ano em que foi permitida. Em 2005 foram vendidas 219871 unidades, no ano anterior tinham sido compradas 187584, de acordo com os valores apresentados pela IMSHealth (empresa que faz a avaliação do mercado dos fármacos). Números que os especialistas comentam, assegurando que é essencial fazer um estudo, para perceber se este medicamento está a ser utilizado como método de contracepção corrente; ou se é utilizado na falha de um contraceptivo que foi usado.
As vezes quanto mais facilidades houver , mais facilitamos...

A maioria dos eleitores (51,7%) votaria a favor da construção de centrais nucleares em Portugal e 33,5% contra, de acordo com os resultados de uma sondagem Expresso/Eurosondagem divulgada este sábado passado pelo semanário.
Existindo a crise devido aos preços do petróleo é legítimo que se procure energias alternativas. Mas quanto a este assunto do nuclear, apraz-me fazer esta questão, nomeadamente aqueles que se pronunciam favoráveis a tal energia: e onde ficaria essa suposta central nuclear???

Acabei de ler um livro que recomendo :” Um momento inesquecível” de Nicholas Spark . Uma bela história de amor onde o milagre acontece, onde a presença de Deus reina. Gostei muito e fez-me reflectir sobre esta passagem da 1 Carta aos Coríntios capítulo 13 versículos 4 a 7:
O Amor é sofredor; é benigno; o Amor não é invejoso; o Amor não trata com leviandade; não se ensoberbece;
Não se porta com indecência; não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;
Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
Imagem Ricardo Biquinha

“Um dia, durante uma conversa, fizeram-me uma pergunta:
O que, de mais importante, já fizeste na tua vida?
A resposta veio-me à mente na hora, mas não foi a que respondi, pois as circunstâncias não eram as mais apropriadas. Mas aqui fica a verdadeira, a que surgiu das profundezas das minhas recordações.
O que de mais importante já fiz na minha vida ocorreu em 1990. Comecei o dia a jogar golfe com um ex-colega e amigo meu que já não via há muito tempo. Entre uma jogada e outra conversávamos sobre a vida de cada um. Ele contou-me que tinha acabado de ter um filho. Enquanto jogávamos chegou o pai do meu amigo que, consternado, disse-lhe que o bebé tinha parado de respirar e que foi levado de urgência para o hospital. No mesmo instante, o meu amigo foi-se embora com o pai.
Por um momento, fiquei onde estava, sem qualquer reacção e pus-me a pensar no que deveria fazer: Ir ter com o meu amigo ao hospital? Mas a minha presença não serviria de nada, pois a criança, certamente, estaria sobre cuidados médicos. Oferecer o meu apoio moral? Talvez. Mas tanto ele quanto a esposa vinham de famílias numerosas que, sem dúvida, lhe ofereceriam todo o apoio necessário. A única coisa que eu faria era atrapalhar.
Decidi que iria ter com ele mais tarde. Quando cheguei junto ao meu carro para me ir embora reparei que o meu amigo tinha deixado o carro aberto e as chaves na ignição. Decidi, então, fechar o carro e ir até ao hospital entregar-lhas. Como imaginei, a sala de espera estava repleta de familiares que os consolavam. Entrei, sem me fazer notado, e fiquei junto à porta, pensando no que fazer. Alguns minutos tinham passado quando se aproxima um médico que, junto do casal, comunica o falecimento do bebé.
Os instantes que se seguiram, e que a mim me pareceram uma eternidade, foram demarcados por um profundo silêncio de dor e de lágrimas. O médico perguntou-lhes se queriam ficar alguns instantes com a criança e ao dirigirem-se para a porta repararam na minha presença. Ao ver-me ali, aquela mãe abraçou-me e recomeçou a chorar. Também o meu amigo se refugiou nos meus braços e disse-me: Muito obrigado por estares aqui!
Durante o resto da manhã, fiquei sentado na sala de urgências do hospital, vendo os meus amigos desconsolados com o filho nos braços.
Isto foi o que fiz de mais importante na minha vida.
Esta experiência deixou-me três lições:
Primeira: o que de mais importante fiz na vida aconteceu quando não havia absolutamente nada que eu pudesse fazer. Nada do que aprendi na universidade, nada do que aprendi no exercício da profissão me valeu naquelas circunstâncias. Duas pessoas receberam uma desgraça e eu não podia fazer nada para a remediar. A única coisa era esperar e acompanhá-los. E isso era o principal.
Segunda: estou convencido que o que de mais importante já fiz na minha vida esteve a ponto de não acontecer, devido a conceitos que aprendi no exercício da profissão. Ao aprender a pensar quase me esquecia de sentir. Hoje não tenho dúvidas de que devia ter entrado no carro sem vacilar e acompanhar o meu amigo ao hospital.
Terceira: Aprendi que a vida pode mudar num instante. Todos sabemos disso, mas pensamos que só acontece aos outros. Parece que é preciso viver uma tragédia para redefinirmos as nossas prioridades.
Desde aquele dia tentei criar um equilíbrio entre o trabalho e a minha vida. Aprendi que o mais importante na vida não é ascender socialmente, nem receber honras.
O mais importante da vida é ter tempo para cultivar uma amizade.”
Desconheço o autor
Foto Joe Taruga

Temos mais um fim de semana à porta, este com um dia especial no domingo que é o dia do pai. Para esse dia deixo aqui um trecho do livro de Mateus 6, 7-15. Texto este que na minha opinião engloba toda a essência do ser Cristão, o perdão aos outros. Mas não um perdão quando nos apetece, mas um perdão incondicional. Vejam a dureza das palavras de Jesus na parte final, o perdão deve ser levado a sério.
Neste dia do Pai penso em particular naquela famílias separadas, que passam anos chateadas, por vezes até á morte porque o Pai disse isto ou o filho fez aquilo, e passam uma vida de ódio quando deveria ser de amor...
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: "Quando orarem, não usem muitas palavras, como fazem aqueles que pensam que é por muito falarem que Deus os ouvirá. Não sejam como eles! O vosso Pai sabe muito bem do que vocês precisam, antes de lho pedirem. Portanto, devem orar assim: "Pai nosso que estás nos céus: Santificado seja o teu nome; venha o teu Reino; seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. Dá-nos hoje o pão de que precisamos. Perdoa-nos as nossas ofensas, como nós perdoámos aos que nos ofenderam. E não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal." De facto, se perdoarem aos outros as suas ofensas, o Pai celestial também vos perdoará. Mas, se não perdoarem aos outros, o vosso Pai também vos não perdoará."
Todos vocês certamente já estiveram em algum lugar, onde mesmo depois de cartazes, ou avisos sonoros pedindo a amabilidade de desligar o telemóvel, há sempre aquele que se esqueceu...
Perante tal problema dos tempos modernos um templo em Almada decidiu ser original...
Será que Deus não pode falar através do telemóvel?...

Quando o pessimismo reina não vemos o bem que temos... Aqui deixo, enquanto o Sapo me deixar por imagens no meu blog de forma simples e directa como é agora, imagens do nosso belo Portugal.
Alcochete

Alentejo

Penela

Armona

Bragança

Chaves

Nazaré

Sintra

Portinho de arrábida

São Jorge Açores

Seixal

Vila do conde

E tantos cantos belos que temos por aqui...
"Em 1970 vivia nos países desenvolvidos um pouco menos de 30 por cento da população mundial; em 2000 já só vivia um pouco mais de 20 por cento. Esta perda de peso é mais evidente na Europa, onde já se assume que é necessário substituir filhos por imigrantes para assegurar a sustentabilidade da segurança social".
José Manuel Fernandes, PÚBLICO, 11-03-2006
Será esta a solução correcta em vez de criar condições ás famílias para poderem ter e criar os seus filhos de forma digna?
As três imagens que se seguem foram censuradas pelo governo dos Estados unidos de América. Porque será?

2863 pessoas morreram. Há 40 milhões de infectados pelo vírus HIV no mundo. O mundo uniu-se contra o terrorismo. Já se deveria ter unido contra a SIDA.

2863 pessoas morreram. 824 milhões de crianças passam fome em todo o mundo. O mundo uniu-se contra o terrorismo. Já se deveria ter unido contra a fome.

2863 pessoas morreram. Há 630 milhões de sem-abrigo no mundo. O mundo uniu-se contra o terrorismo. Já se deveria ter unido contra a pobreza.

Existem muitos Emails deste género na Internet a circular, apesar de estarem associados a uma certa superstição de que dão sorte ou azar, com vista à multiplicação em cadeia como se de um virús se tratasse... A mensagem neles incluída é sempre uma forma de ensinamento. Aqui deixo o texto de um desse Email chamado Tantra chinês:
Nunca esqueça que existem quatro coisas na vida que não se recuperam :
A pedra - depois de atirada;
A palavra - depois de proferida;
A ocasião - depois de perdida:
O tempo - depois de passado
Dê mais às pessoas do que elas esperam, e faça-o com alegria.
Case com alguém com quem você goste de conversar.
À medida em que vocês forem envelhecendo, seu talento para a conversa se tornará tão importante quanto os outros todos
Não acredite em tudo o que ouve:
Não gaste tudo o que tem;
Não durma tanto quanto gostaria
Quando disser "eu te amo", seja sincero
Quando disser
"sinto muito”
olhe nos olhos da pessoa.
Fique noivo pelo menos durante seis meses antes do casamento.
Acredite no amor à primeira vista.
Nunca ria dos sonhos dos outros.
Quem não tem sonhos tem muito pouco.
Ame profundamente e com paixão.
Você pode se ferir, mas é o único meio de viver uma vida completa.
Quando se desentender, lute limpo. Por favor, nada de insultos.
Não julgue ninguém pelos seus parentes.
Fale devagar mas pense depressa.
Quando lhe fizerem uma pergunta a que não quer responder, sorria e pergunte; "Porque deseja saber?"
Lembre-se que grandes amores e grandes realizações envolvem grandes riscos.
Quando você perder, não perca a lição.
Recorde-se dos três "R":
* Respeito por si mesmo,
* Respeito pelos outros,
* Responsabilidade pelos seus actos.
Não deixe uma pequena disputa afectar uma grande amizade.
Quando notar que cometeu um engano, tome providências imediatas para corrigi-lo.
Sorria quando atender o telefone.
Quem chama vai percebê-lo na sua voz.
Passe algum tempo sozinho e reflicta.
Foto de Dani, Bom fim de semana!

O que será que une duas pessoas?
Duas gémeas de 76 anos de idade que se encontravam em locais diferentes morreram na semana passada no mesmo dia, à mesma hora e pela mesma doença, segundo a imprensa colombiana.
Maria Catalina e Ana Catalina Herazo Villadiego nasceram na Colômbia, em 1928, e sofriam as duas de hipertensão há cerca de 40 anos.
Segundo os familiares, as duas idosas eram muito unidas e «falavam na possibilidade de morrer juntas».
Maria Catalina, mãe de cinco filhos, morreu na sua casa depois de uma subida da tensão arterial. A sua irmã gémea, Ana Catalina, mãe de um filho, morreu no hospital de Corozal exactamente pelo mesmo motivo e à mesma hora da morte da irmã.
Intrigante... Coincidência?
Foto de Carlos Afonso, notícia do diário digital.
Lido num jornal qualquer, lamento mas já não me recordo qual,... .Mas vale a pena ler “ a felicidade”
Como ser feliz é a grande ideia de marketing do século XXI. Não há nenhuma marca, nenhum político, nenhum conceito de vida, nenhuma religião, nenhum dirigente de futebol que não prometa a felicidade do próximo. Hoje, quase que é obrigatório ser feliz. A publicidade diz que nós podemos ser felizes ao comprar uma casa, os videntes vêem nos astros e nas linhas das mãos as nossas trajectórias celestes - com alguns precalços pelo meio mas quase sempre com um final feliz -, os mestres de técnicas transcendentais marcam o nosso encontro com a felicidade a troco de muita meditação e do indispensável cheque no final da sessão. As páginas dos tablóides enchem-se de homens e mulheres que prometem a felicidade no amor, no emprego, entre a família. Hoje, não se diz é proibido proibir mas sim é proibido não ser feliz.
Apesar de o mundo que rodeia esta ideologia da felicidade não ser um grande aliado da ideia - os telejornais são um festival de crimes, desavenças, guerras, condutores a baterem recordes de álcool no sangue, tragédias, roubos, infelicidades, mortes, ajustes de contas, intolerância - toda a sociedade vive cada vez mais à procura dela. A felicidade pode ser encontrada no cartão de crédito, no carro novo, na caneta de marca com que se rubrica um contrato, no ginásio, nas compras, numa viagem, numa massagem, num estádio, numa mensagem sms, num email provocante. Trata-se de um verdadeiro labirinto de oportunidades ao qual só se pode aceder com dinheiro, esse ingrediente indispensável à vida social.
Obviamente que esta busca de felicidade é analisada com todo o cuidado pelos especialistas. Escrevem-se tratados, analisam-se comportamentos e fazem-se os necessários estudos. Um deles, revela que «ter uma família feliz» é um dos principais ingredientes para a felicidade dos portugueses. Numa escala de um a dez, 32% dos inquiridos declaram estar no nível oito de felicidade, ainda que existam algumas preocupações, como o futuro do filhos ou o desemprego. Segundo o estudo, 44% dos consumidores mantém-se fiel às marcas, 41% das mulheres são mais felizes que os homens (33%) e que, analisando por faixa etária, são os jovens entre os 15 e os 17 anos que dizem ser mais felizes, com 42% de respostas positivas.
A ideia de ser feliz é tão antiga como a Humanidade mas com o passar dos séculos a sua busca tornou-se sofisticada e num negócio. São raras as pessoas que trocam o fitness urbano, a terapia de sotaque oriental ou a febre de consumo de tudo o que é erudito pelo passeio à beira-mar, os trilhos das montanhas, os silêncios das dunas, a descoberta de uma paixão e o prazer de uma conversa eterna sem horas nem prefácios doutrinais. É certo que vivemos - e precisamos e até o adoramos - num mundo do high tech mas seria bom não perdermos esse apego às coisas simples que fazem de nós aquilo que somos: simples mortais.
Aqui deixo uma flor a todos os que buscam a felicidade nas coisas simples, hoje com especial destaque para as mulheres.


Foto de Válter Ferreira, Soneto de José Régio, contribuição da Alina para o blog dos Laços:
Todos os dias usamos expressões como: "Por amor de Deus", "Vai com Deus", "Se Deus quiser", "Que Deus te pague". Todos os dias invocamos o nome de Deus...em vão?!
Num tempo de descrença e ausência de valores, morais mas não só, interrogamo-nos sobre quem é Deus. Como será o Seu rosto?Resposta tão fácil e tão óbvia que nos passa todos os dias, literalmente, ao lado: se nós fomos feitos à imagem e semelhança de Deus, basta-nos olhar para o rosto das dezenas de pessoas com que nos cruzamos para ver reflectida a imagem que ambicionamos.
E para quê? Porquê a necessidade de uma imagem? Porque assim é-nos mais fácil acreditar...
«Filipe disse-Lhe: "Senhor, mostra-nos o Pai e isso nos basta." Disse-lhes Jesus: "Estou há tanto tempo convosco e não Me conheces, Filipe? Quem me vê, vê o Pai. Como é que tu dizes: Mostra-nos o Pai? Não crês que eu estou no Pai e que o Pai está em Mim? As palavras que Eu vos digo, não as digo de Mim mesmo, mas o Pai que está em Mim, é que faz as obras. Acreditai que estou no Pai, e o Pai em mim: Crede-Me ao menos por causa das mesmas obras."»
João 14,8-11
Ignoto Deo
Desisti de saber qual é o Teu nome,
Se tens ou não tens nome que Te demos,
Ou que rosto é que toma, se algum tome,
Teu sopro tão além de quanto vemos.
Desisti de Te amar, por mais que a fome
Do Teu amor nos seja o mais que temos,
E empenhei-me em domar, nem que os não dome,
Meus, por Ti, passionais e vãos extremos.
Chamar-Te amante ou pai... grotesco engano
Que por demais tresanda a gosto humano!
Grotesco engano o dar-te forma! E enfim,
Desisti de Te achar no quer que seja,
De Te dar nome, rosto, culto, ou igreja...
- Tu é que não desistirás de mim!
.
Fátima. Mistura de ideias. Encontrei este artigo no correio da manhã que achei interessantíssimo e achei por bem publicá-lo na íntegra. È um pouco extenso mas vale a pena ler para quem não conhece a história.
À quarta aparição, o poder político decidiu intervir. Por decisão do administrador do concelho de Vila Nova de Ourém, Lúcia e os primos foram sequestrados, ameaçados e encarcerados, partilhando a cela com presos de delito comum. Jacinta tinha sete anos, Francisco nove, Lúcia dez. Foram dois dias de terror. O objectivo era “acabar com a especulação do chamado ‘Milagre de Fátima’”, que poderia pôr em causa a estabilidade do regime, forçando os pastorinhos a confessarem que tudo não passara de uma mentira. Longe das famílias, isoladas do mundo, as crianças resistiram a horas e horas de interrogatórios, não vacilando por um só momento.
Os contornos deste episódio – um dos mais marcantes das aparições de 1917 e dos menos conhecidos – começaram a desenhar-se quando o administrador de Ourém, Artur de Oliveira Santos, intimou os pais dos videntes a comparecerem na sede da Administração com os filhos no dia 11 de Agosto. Dada a distância entre Aljustrel e Ourém, o ‘ti’ Marto achou por bem deixar em casa o Francisco e a Jacinta e apresentar-se sozinho. Já o pai de Lúcia, influenciado pela mãe, que não acreditava no que a pequena dizia, decidiu levar a pastorinha à presença do administrador. Artur de Oliveira Santos queria que a vidente lhe revelasse o ‘segredo’ e lhe prometesse que não voltava à Cova da Iria. Foi duro no interrogatório e violento nas ameaças. Os esforços, contudo, resultaram em vão. Mas não desistiu.
DOIS DIAS DEPOIS, a 13 de Agosto, o representante do poder central voltou à carga. Era o dia previsto para a quarta aparição. As anteriores – Maio, Junho e Julho – tinham ocorrido sempre no dia 13. Desta vez, foi o próprio administrador que se deslocou a casa dos pastorinhos. A exemplo do que sucedera em Junho e Julho, eram muitos os fiéis que se encaminhavam, nesse dia, para o lugar das aparições. Um número que foi crescendo de mês para mês e que, a 13 de Agosto, se situava já entre as quinze e as dezoito mil pessoas.
Estes ajuntamentos eram um claro desafio à Lei da Separação, criada seis meses após a implantação do regime republicano, que proibiam qualquer manifestação de culto fora dos templos.
Chegado a Aljustrel e temendo a fúria da multidão, Artur de Oliveira Santos desviou as crianças para a casa do prior de Fátima, onde foram interrogadas. O filme repetiu-se. Nem Lúcia, nem Francisco, nem Jacinta negaram o que garantiram ter visto. E sobre o ‘segredo’ nem um suspiro.
Derrotado, mas não convencido, o administrador tentou mais um golpe. Para não chegarem ‘atrasados’ ao local da aparição, ofereceu-se para levar as crianças na sua charrete. Só que, a meio da viagem, em vez de seguir o caminho da Cova da Iria, meteu para Ourém. De nada valeram os protestos de Lúcia e os primos. Num ápice, os três pastorinhos foram levados para a casa de Artur de Oliveira Santos, na sede do concelho, ficando à guarda da mulher, descrita como “pessoa atraente e bondosa, que os recolheu em casa, familiarizando-os com os seus filhos e tratando-os com os maiores cuidados.”
A táctica era simples: além de impedir que as crianças comparecessem no local da aparição, o administrador acreditava que, distantes da família e tratados como ‘príncipes’, os videntes revelassem o ‘segredo’ ou negassem as visões. O primeiro objectivo foi conseguido. Mas apenas esse.
OS PASTORINHOS MANTIVERAM sempre a sua versão dos acontecimentos, o que irritou o administrador. Artur de Oliveira Santos voltou, então, a interrogá-los na sede da Administração do concelho. Mais uma vez em vão. “Os videntes, por mais que os apertassem e envolvessem numa teia emaranhada de perguntas capciosas e difíceis, não cederam um passo, mantendo-se firmes nas suas declarações iniciais. (...) Mas quanto ao segredo, quedaram silenciosos e firmes como uma rocha, não dizendo dele uma só palavra”, lê-se num escrito da época. Lúcia, Francisco e Jacinta regressaram a casa do administrador, onde dormiram.
Depois do rapto e do aliciamento, veio a chantagem. A troco da confissão, foi prometido às crianças dinheiro, peças em ouro e outras benesses. Nada que impressionasse os pastorinhos e muito menos que os levasse a falar. Desesperado, Artur de Oliveira Santos meteu-os na cadeia, ao pé dos outros presos, e ameaçou-os de ficarem lá até contarem o segredo.
A ESTA AMEAÇA JUNTOU, mais tarde, uma outra: a de serem mortos num caldeirão de azeite a ferver!
A ideia fez tremer os pastorinhos, sobretudo Jacinta, que não evitou as lágrimas, como conta a irmã Lúcia, nas suas Memórias: “Quando, depois de nos terem separado, voltaram a juntar-nos em uma sala da cadeia, dizendo que dentro em pouco nos vinham buscar para nos fritar, a Jacinta afastou-se para junto duma janela que dava para a feira do gado. Julguei, a princípio, que se estaria a distrair com as vistas; mas não tardei a reconhecer que chorava. Fui buscá-la para junto de mim e perguntei-lhe por que chorava. Porque vamos morrer sem tornar a ver nem os nossos pais, nem as nossas mães’, respondeu.”
“Quando (...) estivemos presos, a Jacinta, o que mais lhe custava era o abandono dos pais; e dizia, com lágrimas a correrem-lhe pelas faces: ‘Nem os teus pais nem os meus nos vieram ver. Não se importaram de nós!’”, escreveu a vidente.
Sensíveis ao drama das crianças, assustadas e desamparadas, os presos procuraram atenuar-lhes a dor, consolando-as e buscando alternativas. “Mas vocês digam lá ao senhor administrador esse segredo. Que lhes importa que essa Senhora não queira?” Jacinta respondeu de pronto: “Isso não! Antes quero morrer.”
Lúcia, a mais velha, decidiu então que o melhor era rezar o terço. Jacinta tirou uma medalha que tinha ao pescoço, pediu a um cadastrado que a pendurasse num prego que havia na parede e, de joelhos diante da medalha, começaram a rezar.
“Os presos rezaram connosco. Quer dizer, os que sabiam rezar. Mas estiveram todos de joelhos”, relatou, mais tarde, a irmã Lúcia. “Havia entre eles um que tocava harmónica. Começaram a distrair-nos, a tocar e a cantar. Perguntaram-nos se não sabíamos bailar. Dissemos que sabíamos o fandango e o vira. A Jacinta foi então o par de um pobre ladrão, que, vendo-a tão pequenina, terminou com ela ao colo.” Mas a alegria durou pouco. A violência psicológica e a crueldade sem limites marcaram os momentos que se seguiram. Artur de Oliveira Santos entrou na cela, acompanhado por um guarda, e ordenou--lhe, alto e bom som, que aprontasse uma caldeira com azeite a ferver. A primeira a ser levada foi a Jacinta, sob a ameaça de que iria ser queimada. Depois de a questionarem, sem sucesso, meteram-na num quarto. A seguir foram buscar o Francisco. “O primeiro já está”, anunciou o guarda, enquanto agarrava o Francisco pelo braço e traçando-lhe o mesmo destino da irmã, caso não abrisse a boca. Interrogaram-no e mandaram-no para o mesmo quarto. Também com ele a ameaça não resultou. “Foi depois a minha vez. Disseram que os meus primos já estavam queimados e que eu teria a mesma sorte, se não dissesse o segredo. Embora pensasse que era certo, não tive medo”, confessou Lúcia.
Vendo que nada conseguia com as crianças, Artur de Oliveira Santos meteu-as na charrete e levou-as à residência paroquial para serem entregues à família. Decorria o dia 15 de Agosto. A quarta aparição ocorreu quatro dias depois, a 19 de Agosto, mas desta vez nos Valinhos, próximo de Aljustrel. Foi a única aparição que não ocorreu em dia 13 nem na Cova da Iria.
O ADMINISTRADOR DE OURÉM negou sempre que os pastorinhos tivessem sido raptados, ameaçados e presos. Na sua versão dos factos apenas consta o ‘desvio’ das crianças para a vila. “Na manhã de 13 de Agosto de 1917, fui buscá-los a Fátima, com o objectivo de acabar com a especulação que, em volta do chamado Milagre de Fátima’, se estava a fazer. Ao tempo a Igreja não tinha intervenção, nem directa nem indirecta, no assunto, o que só passados alguns anos se verificou. Vieram as crianças para minha casa, onde foram recebidas e tratadas como se fossem da minha família, durante dois dias que lá estiveram (...). Brincaram as crianças de Fátima com os meus filhos e outros rapazes durante dois dias, tendo sido visitadas por bastantes pessoas (...). O que é falso, falsíssimo, é eu ter ameaçado ou intimidado as crianças ou terem estas estado presas, incomunicáveis ou sofrerem a mais pequena pressão ou violência, como pode ser testemunhado pela própria família e por toda a população séria e honrada, de todos os credos políticos e religiosos, da minha terra.”, lê-se no I Volume da ‘Documentação Crítica de Fátima’.
É SEGURO QUE o administrador, por incumbência de várias autoridades, fez averiguações, em 1917, sobre outros acontecimentos de Fátima. O próprio administrador dá a entender, num relatório de 1924, ao falar sobre o dia 13 de Agosto de 1917 e seguintes, que teve contactos com o Governo Civil de Santarém.
Se, em 1924, Artur de Oliveira Santos foi encarregue de “elaborar com a máxima urgência um relatório circunstanciado sobre a peregrinação de Fátima e os seus antecedentes”, com muito mais razão seria incumbido disso em Agosto de 1917, parecendo lógico que, para esse efeito, interrogasse os videntes e que tomasse, pelo menos, apontamentos.
A irmã Lúcia afirmou que nos interrogatórios na Administração havia umas pessoas a escrever. Não há, contudo, quaisquer vestígios dessa situação. Terá a documentação sido destruída? Estará escondida? Ao cabo de todos estes anos, a dúvida permanece.
IMAGENS QUE MARCARAM A HISTÓRIA
São poucas as fotos da época, mas plenas de significado. Sobretudo a que mostra os três pastorinhos ao pé da carrasqueira onde Nossa Senhora aparecia. Com a afluência, cada vez maior, de fiéis no local das visões – na sexta aparição calcula-se que estivessem na Cova da Iria para cima de setenta mil pessoas – a carrasqueira acabou por ser destruída pelos peregrinos.
IGREJA TINHA DÚVIDAS
MESES DE INTERROGATÓRIOS
Os longos e duros interrogatórios a que os pastorinhos estiveram sujeitos na cadeia de Ourém não foram os únicos. Pelo contrário. Ao longo do ano das aparições e durante os meses que se seguiram, Lúcia e os primos foram ‘apertados’ em diversas ocasiões, sobretudo pelas autoridades eclesiásticas. A desconfiança da Igreja era tão grande, que apenas a 13 de Outubro de 1930, ou seja, 13 anos após os acontecimentos, o bispo de Leiria declarou “dignas de crédito as visões das crianças na Cova da Iria” e permitiu oficialmente o culto de Nossa Senhora de Fátima. A própria família levantava dúvidas sobre a visão das crianças, sobretudo os pais de Lúcia, que só na última aparição acompanharam a filha. A mãe da portadora da mensagem de Fátima não se cansava de repetir, a todo o instante: “Diz a verdade, Lúcia, diz a verdade”. “Mas eu vi, minha mãe, eu vi”
Conseguem duvidar destas crianças? Eu não. “Feliz o que acredita sem ter visto.” Agora se me disserem que Fátima se tornou num negócio aí eu já me abstenho de comentar...

Continuando com a série de fotos premiadas de recordações ao ano 2005 , aqui deixo mais algumas fotos. Aproveito a oportunidade para publicar fotos porque segundo vi, o Sapo pretende actualizar os blogs e em breve deixarei de ter o blog com este aspecto, assim como a possibilidade de publicar imagens!?... Espero ter percebido mal, esperar para ver... Penso que a actualização será para melhor funcionamento mas quando nos habituamos a alguma coisa temos dificuldade em mudar...
Bom fim de semana!

















Tempo de quaresma é um tempo de reflexão. Reflexão sobre aquilo que passou, o positivo, o negativo. Do positivo agradecer a Deus e tentar repetir. Do negativo, se possível corrigir, lutar, para melhorar sempre mais... Aprender com os erros, penso que falta um pouco.
Recebi este belo Email com as melhores fotos de 2005 seleccionadas pela televisão NBC, que vos publicarei hoje e amanhã. Desfrutem, é belo e triste... Recordem para não esquecer!


















Depois de um fim de semana longo como tive a sorte de ter, entramos no tempo quaresmal. Hoje é quarta-feira de cinzas, entrando assim no tempo de recolhimento por excelência.
Podemos receber conselhos de muita gente na vida, mas hoje proponho-vos uns conselhos de animais...
STRESSADO

PREOCUPADO

PARA QUÊ ISSO???
FAÇA O SEGUINTE...
RELAXE

MAIS UM POUCO...

ALIMENTE-SE MUITO BEM...

TEM MOTO?
SAIA NO MELHOR ESTILO ‘EASY RIDER’...

VISITE OS AMIGOS...

COM MUITO CARINHO...

PRATIQUE DESPORTO...
TRILHA É UMA BOA...

OU UM ALPINISMO BÁSICO...

RADICAL DEMAIS?
VÁ A PRAIA...

CURTA A NATUREZA...

E A NOITE, AQUELA BALADA...

FAÇA TUDO O QUE TEM DIREITO!!!
MAS PRINCIPALMENTE....
FAÇA ASSIM PARA QUEM QUISER ESTRAGAR O TEU DIA!!!
